Guia Super Mega para fazer uma auditoria completa de SEO

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Neste post, discutirei um dos elementos mais importantes e necessários do trabalho de posicionamento: Auditoria de SEO.

Vou explicá-lo passo a passo para que você entenda bem cada um dos pontos e também vou recomendar ferramentas gratuito e pago, bem como informações sobre o preço de auditoria de SEO, conselhos fruto da experiência com clientes e alunos do nosso curso de SEO e uma exemplo real Auditoria de SEO com video incluído no final do artigo.

É importante deixar claro desde o início que não existe um método válido único para fazer uma Auditoria de SEO, É por isso que precisamos ter uma mente aberta para aprender com outros profissionais e incorporar aspectos interessantes à nossa própria metodologia, pois o SEO é um aprendizado constante e a revisão dos postulados e teorias do próprio.

Dito isto, tentarei fornecer minha definição de que Auditoria de SEO

Contents

O que é uma auditoria de SEO?

Consiste em análise passo a passo de cada um dos aspectos ou fatores de SEO que afetam o posicionamento de um projeto da web, para fazer um diagnóstico o mais preciso possível e detectar erros, problemas, dificuldades e oportunidades de SEO e, assim, poder executar as melhorias no futuro com o objetivo de posicionamento.

Como mencionei acima, em SEO não existe uma maneira válida única de fazer as coisas, ou seja, cada profissional ou agência tem seu próprio método de análise. No entanto, uma auditoria de SEO deve cobrir todos os aspectos principais e fatores-chave que afetam o posicionamento.

Existe algum consenso no mundo SEO sobre quais são os fatores de posicionamento mais importantes, embora em alguns aspectos possa haver diferentes pontos de vista, portanto existem métodos diferentes.

Neste post, tentarei informar passo a passo nosso método de auditoria de SEO como resultado da experiência, mas é claro que estamos abertos a deixar seu ponto de vista no final do post, porque certamente servirá para enriquecê-lo ainda mais.

Como fazer uma auditoria de SEO passo a passo?

Como eu disse, a auditoria de SEO deve analisar cuidadosamente todos os fatores que afetam o posicionamento, sempre do ponto de vista de quem o executa, como resultado de sua experiência e visão sobre o SEO.

Levando isso em conta e seguindo nossos critérios, podemos agrupar o processo de auditoria em 5 fases ou grandes blocos Análise principal:

  1. Indexabilidade / Rastreamento

  2. Conteúdo / Palavras-chave / CTR

  3. Links de entrada / autoridade de domínio

  4. Desempenho / Adaptabilidade / Usabilidade

  5. Código e etiquetas

Bloco 1 de análise. Indexabilidade e Rastreamento

Fase 1, Indexabilidade e Rastreamento, inclui os seguintes pontos importantes que devem ser analisados:

1.1 Indexabilidade

A análise dos URLs do site que são indexado, ou seja, eles podem ser veiculados pelo mecanismo de pesquisa como resultado de uma pesquisa ou, de maneira menos ortodoxa, nas páginas de um site que aparecem no Google.

Este primeiro fator é muito importante. Um site deve sempre ter seu índice URLs relevantes para SEO, ou seja, aqueles em que existe intenção de pesquisa reais e que foram otimizados com a intenção de aparecer classificados para essas pesquisas.

Um site deve sempre ter seu índice URLs relevantes

Seguindo esta linha, tão importante é que URLs relevantes são indexados como o URLs não relevantes não seja

Por URLs não relevantes, entendemos todas as páginas de um site que não fornecem informações relevantes para uma intenção de pesquisa específica ou que não foram otimizadas para SEO ou que oferecem conteúdo ruim (conteúdo fino) ou que tenham conteúdo correspondente ou duplicado em relação a outros URLs do site, que não contribuem com nada de novo.

Por rastreamento Entendemos o processo que o Google faz do conteúdo oferecido pelos URLs de um site. O Google prefere não rastrear URLs irrelevantes, pois economiza o tempo de rastreamento que você pode usar para rastrear outros URLs relevantes.

No caso, além de sites muito grandes, de cerca de 10 mil URLs aprox. o Google pode ter problemas para visualizar todos os URLs e indexá-los, devido ao orçamento limitado de rastreamento ou Orçamento de rastreamento.

Isso torna ainda mais necessário um tempo para analisar os possíveis problemas de rastreamento e indexação e corrija-os assim que os motivos pelos quais os URLs estão ou não estão sendo rastreados ou indexados são descobertos.

Motivos pelos quais um URL não pode ser indexado:

  1. Meta robots tag noindex, marcado no código da web ou em plataformas como o WordPress, usando plug-ins como o Yoast SEO ou similares. Nesse caso, o mecanismo de pesquisa rastreia o conteúdo, mas não o indexa, seguindo a indicação da metatag.
  2. Encomendar Proibir no robots.txt. Essa indicação no arquivo robots informa aos mecanismos de pesquisa quais URLs ou diretórios de um site não devem ser rastreados.
  3. URLs com conteúdo duplicado / irrelevante / ruim. Às vezes, essas páginas do site podem não ser indexadas se consideradas pelo mecanismo de pesquisa, mesmo que não tenham indicação do tipo noindex ou não da permissão.
  4. URLs órfãos, ou seja, eles não recebem nenhum link interno e, portanto, o Google pode ignorá-los quando se trata de rastreamento e indexação. Isso nem sempre acontece e depende de cada caso específico, mas, em geral, se um URL é importante para você e você deseja indexá-lo e posicioná-lo, vincule-o internamente.

Como você pode ver, mesmo se você acha que todo o seu conteúdo importante é indexado corretamente pelo Google, às vezes não é assim e é muito importante analisá-lo e resolvê-lo como uma das primeiras ações a serem abordadas no Auditoria de SEO.

Como analisar o status de indexação de um site?

Você pode ver os URLs indexados ou não indexados, válidos ou com problemas de indexação, com a funcionalidade Cobertura Search Console

A ferramenta gratuita do Google é uma excelente opção por sua simplicidade de uso e, ao mesmo tempo, sua confiabilidade e detalhes ao detectar problemas de indexação e avaliar possíveis causas para sua solução.

Outra opção para ver os URLs indexados de um site é inserir o comando do site:domínio no Google Dessa forma, você pode ver o número (aproximado) de URLs que o domínio mostra no Google e também pode ver como o SERPs ou caixas de resultados de pesquisa para os usuários.

Outra ferramenta excelente (embora paga) para analisar o status de seus URLs é Sapo gritando. Com essa ferramenta, você não apenas pode ver se os URLs são indexáveis ​​ou não, mas também pode obter muitos informação Técnica muito valiosa e detalhada em cada uma das URLs de um projeto.

Lembre-se

Não esqueça que um site não deve ter todo o seu conteúdo indexado nos mecanismos de busca, mas apenas aquele que oferece uma responder a uma intenção de pesquisa e é otimizado para SEO evitando problemas de duplicidade, conteúdo fino, otimização ruim, etc …

1.2 Robôs

Como comentei acima, o arquivo robots.txt é usado para dar ordens aos mecanismos de pesquisa sobre quais partes do site devem ser rastreadas ou não. Isso é feito por ordem Proibire, em seguida, um URL relativo do tipo / diretório ou / url.

Você também pode adicionar o pedido Permitir para permitir o acesso a determinadas zonas ou URLs como exceção a uma proibição.

No arquivo de robôs, você também pode definir a localização exata do mapa do site para facilitar o trabalho dos mecanismos de pesquisa.

Na auditoria de SEO, você deve verificar se há um arquivo robôs e que esteja configurado corretamente, dependendo das áreas do site que devem ser bloqueadas ou permitidas para rastreamento, de acordo com as necessidades do projeto em questões de indexação, orçamento de rastreamento, páginas, conteúdo duplicado etc.

Como visualizar e analisar o arquivo robots.txt?

Você pode ver o robôs de qualquer página da web digitando o domínio URL / robots.txt. É um arquivo que é visível para o mecanismo de pesquisa e também para os usuários, com o qual você pode analisá-lo facilmente, mesmo que não tenha acesso ao back-end do projeto.

1.3 Mapa do site

O arquivo xml mapa do site Ele deve conter uma lista dos URLs indexáveis ​​do site para facilitar o rastreamento e a indexação do Google, evitando erros ao indexar e acelerando o tempo de rastreamento, o que pode beneficiar a acessibilidade ao seu projeto pelos mecanismos de pesquisa e otimizar sua orçamento de rastreamento.

Portanto, é recomendável que todos os sites, especialmente os mais complexos e com muitos URLs, disponham desse arquivo e sejam adicionados por Search Console para que os mecanismos de pesquisa possam lê-lo.

No mapa do site deve estar o URLs relevantes que você deseja indexar, mas não aqueles que são irrelevantes ou não oferecem conteúdo para uma intenção de pesquisa específica.

Existem várias maneiras de organizar o índice do sitemap para mecanismos de pesquisa: ele pode ser classificado por tipos de conteúdo (páginas, entradas, produtos etc.), listados por datas, por áreas da web, por URLs prioritários ou mais recentes, etc.

O importante é que seja compreensível para mecanismos de pesquisa e que não apresentem erros na lista de URLs mostrados, ou seja, que os URLs relevantes estejam sempre lá e que você não perca os irrelevantes.

Como visualizar e analisar o arquivo de sitemap?

Você pode ver o arquivo principal do mapa do site no domínio da URL / sitemap_index.xml. Nesse local, está o índice de todos os sitemaps que você possui para o domínio. No exemplo que você vê abaixo, cada um desses sitemaps secundários vincula a uma lista de URLs desse tipo (um link para a lista de postagens e outro para a lista de páginas).

Se, em vez de verificar manualmente a existência desses arquivos, você prefere fazê-lo por meio de um aplicativo que fornece um relatório simples e rápido, você pode usar a ferramenta gratuita SEOptimer, que permite verificar em um momento se um site tem disponível o mapa do sitebem como o arquivo robôs e muitos outros elementos básicos para o SEO de uma web.

Bloco 2 de análise. Conteúdo / Palavras-chave / CTR

A fase 2 compreende os seguintes aspectos principais da análise:

2.1 Conteúdo

Ele conteúdo É um fator chave no SEO que deve ser analisado minuciosamente para detectar possíveis problemas e otimizá-lo ao máximo.

Alguns dos aspectos mais importantes do SEO relacionados à qualidade do conteúdo e que devem ser analisados ​​são os Valor que traz, o Retenção, Permanência e Lealdade do usuário, o Capacidade de digitalização, o texto Duplicar e a Canibalização Entre URLs

Além disso, neste bloco também analisaremos a estratégia de Palavras-chave, Arquitetura, Links internos, Erros 404, Links quebrados, Redirecionamentos, URLs e otimização de Imagens

Ele valor que o conteúdo fornece ao usuário, ou seja, o nível de satisfação que o usuário obtém ao consumir o conteúdo para cobrir suas necessidades específicas expressas por meio da pesquisa.

Quando o conteúdo é percebido pelo usuário como valor, geralmente ele executa ações positivas para o SEO do site, como colocar ligações naturalmente (essencial para SEO), ficar na página e visite outros URLs, compartilhar nas redes sociais, adicione comentários, recomendo para outros usuários, etc).

É um fator um tanto subjetivo, já que não existe uma ferramenta que meça diretamente o valor de uma URL, mas você pode medir fatores como tempo de permanência, saltar, ligações, compartilhado em redes etc.

Lembre-se

Coloque-se no lugar de seu usuário e pense se o conteúdo que você criou é o melhor possível que você possa oferecer ou se, por outro lado, for um conteúdo que não se destaque muito na frente dos outros. Se você for atacar uma palavra-chave e se ela também for muito competitiva, tente criar o melhor conteúdo existente.

  • Retenção, permanência e lealdade

O grau de interesse e satisfação que o conteúdo pode gerar no usuário para permanecer na página o maior tempo possível e considerar o conteúdo como o ideal.

Quanto mais valor você oferecer ao usuário, maior a probabilidade de ele permanecer na sua página e até voltar em outra ocasião, gerando mais visitas recorrentes no futuro e impedindo o aumento de taxa de rejeição.

Para analisar o grau de otimização desses fatores, você tem Google Analytics, que fornecerá dados exatos sobre como os usuários interagem com seu conteúdo (tempo gasto, rejeição etc.).

A facilidade oferecida pelo conteúdo para ser lida e compreendido pelo usuário em uma primeira leitura rápida, antes de uma leitura posterior de maneira mais detalhada. É importante que na primeira leitura rápida o usuário possa ler e ver o conteúdo essencial e valioso.

Se colocarmos textos e elementos aninhado em maior tamanho e visibilidade em comparação com o restante, nessa primeira leitura, o usuário poderá entender e avaliar se o conteúdo terá valor para ele ficar e ler.

Nesses elementos visíveis e grandes, você deve colocar mensagens que contribuam interesse para o usuário e faça com que ele decida permanecer no seu conteúdo. Ou seja, não se trata apenas de agregar valor, mas de reforçar a aparência do valor, para que seu valor seja evidente para o usuário.

Que o conteúdo não é duplicar Literalmente, ele não coincide em alta proporção com outro conteúdo externo à web ou entre os URLs internos da própria web.

O Google considera indesejável o conteúdo duplicado, ou seja, prefere não indexe o mesmo conteúdo em muitos URLs, para que cada um deles forneça valor para si próprio e, portanto, não precise mostrar aos usuários o mesmo conteúdo em URLs diferentes, além de não ter que rastrear URLs com conteúdo muito semelhante para economizar esforços extras Rastreamento

Às vezes, o conteúdo duplicado é involuntário, ou seja, nem sempre é uma conseqüência da criação consciente de um conteúdo semelhante ou igual, mas também pode ser devido a:

  • Páginas que agrupam URLs com critérios taxonômico ou temático (páginas de categoria, tags etc.)
  • Paginações automático em uma lista de elementos que nem todos se encaixam em uma única página e são distribuídos em sequências de paginação
  • URLs com parâmetros de qualquer tipo que seja igual ao URL original e não seja redirecionado
  • Não tendo redirecionado as diferentes versões do domínio (domínios que mostram o mesmo em www ou sem as versões www, http e https que mostram as mesmas informações, pois não são redirecionados para a versão segura etc.)

Como resolver conteúdo duplicado?

  • Gerando conteúdo diferente (em todos os URLs com objetivo de posicionamento real e que trabalham com palavras-chave diferentes)
  • Desindexando os URLs duplicados se eles não forem necessários para o posicionamento, pois geralmente trabalham com a mesma palavra-chave (canibalização)
  • Usando canonical para indicar ao mecanismo de pesquisa qual é o principal URL para indexar e ter como prioridade entre um conjunto de URLs semelhantes
  • Usando os atributos next e prev nos URLs da página

Com a ferramenta gratuita Siteliner Você pode analisar facilmente se há conteúdo duplicado interno no site.

É importante que não haja mais de 1 URL para funcionar da mesma maneira intenção de pesquisa no lugar. Ou seja, cada intenção ou palavra-chave de pesquisa deve funcionar em um URL diferente do site, para que o Google entenda bem quais URLs atendem a cada intenção de pesquisa, para que você possa posicionar melhor.

Além disso, se você agrupar em um único URL toda uma intenção de pesquisa global (palavra-chave e suas palavras relacionadas), todas as autoridadeo ligações, compartilhado em redes, traficar, etc., você os agrupa nesse URL, em vez de dispersá-los em vários, facilitando o alcance do seu objetivo de posicionamento.

Neste artigo sobre Search Console Explico como detectar se há canibalização entre os URLs do seu site, através da funcionalidade Desempenho.

  • Otimização de conteúdo (tags, densidade etc.)

Nesta seção, analisamos se o conteúdo está em conformidade com a estrutura correta de etiquetas Cabeçalho h, ou seja, o conteúdo é estruturado de acordo com um formato lógico do rótulo h1 ou título 1 para o título principal, títulos 2 ou h2 para legendas ou títulos principais, títulos 3 ou h3 para subtítulos, etc.

Supõe-se que nessas tags ou títulos de cabeçalho colocaremos palavras relevantes suficientes do conteúdo (palavras-chave e palavras relacionadas), o que é benéfico para o Google entender que essas palavras são importantes.

O rótulo também é muito importante </strong>, que geralmente é aquele que contém o título (e a palavra-chave) e que geralmente coincide com o título do <strong>h1</strong>, embora nem sempre. Esse é o rótulo mais importante de todos em termos de relevância para o Google. Além disso, o que você coloca <strong>título</strong> Em seguida, ele aparece como um título na caixa de resultados de pesquisa do Google (SERP).</p><p>Organizar o conteúdo dessa maneira não é apenas bom para o correto entendimento e <strong>capacidade de digitalização</strong> pelo usuário, mas também pelo Google, uma vez que as tags de título h e os textos que você incluir nele têm <strong>relevância</strong> Para o mecanismo de pesquisa.</p><p>Além disso, devemos analisar a <strong>densidade</strong> de palavras-chave no conteúdo, ou seja, o número total de vezes que a expressão-chave é escrita contra o total de palavras do conteúdo. A densidade da palavra-chave não deve ser muito alta e deve tender a <strong>naturalidade</strong>, para evitar cair <em>Recheio de palavras-chave</em>.</p><p>Além disso, existem outras tags que você pode adicionar ao seu conteúdo para otimizar o SEO e melhorar a maneira como os usuários são exibidos em sites diferentes do seu site, para aumentar o número de cliques e tráfego. Eles são os rótulos de <strong>gráfico</strong> social (gráfico aberto e cartões do twitter), que controlam como o seu conteúdo aparece nas redes sociais (imagens, títulos, descrições etc.). Você pode adicioná-los com o plugin Yoast SEO.</p><p>Você também pode adicionar tags de conteúdo avançado ou <strong>Rich snippets</strong> do Schema.org, que otimiza a aparência das SERPs no Google com conteúdo adicional, o que pode aumentar sua <strong>CTR </strong>(Clique em Thorugh Rate). Sobre esse fator, falarei mais amplamente em outra seção.</p><p>Olho, não esqueça que o Google pode ler apenas o conteúdo escrito em formato <strong>texto</strong>. O texto pintado em imagens, elementos multimídia como vídeo ou áudio, apresentações do Slideshare e outros elementos desse tipo não serão lidos pelo Google junto com o restante do conteúdo da página. Portanto, pense sempre na possibilidade de realizar <strong>transcrição</strong> para o formato de texto normal e legível pelo Google.</p></p><p><noscript></noscript>Uma ferramenta gratuita e muito simples de usar para analisar esse tipo de tags e muitos outros elementos importantes do seu site é <strong>Seoptimer</strong>.</p><h3 style="text-align: left;"><noscript></noscript></h3><h3 style="text-align: left;"><span id="Importante"><noscript></noscript>Importante</span></h3><p>Os tempos terminam quando, para posicionar uma palavra-chave, você precisa repeti-la várias vezes no conteúdo. Google todos os dias valoriza mais <strong>naturalidade</strong>. Escreva naturalmente, sem pensar muito em repetir a palavra-chave e sem forçar nada, use riqueza e sinônimos lexicais. Ou seja, escreva para o usuário … e você escreverá para o Google.</p><p>O <strong>arquitetura web</strong> É um fator muito importante. A maneira como um site estrutura suas seções e agrupa seus URLs, a profundidade dos diretórios em que os URLs estão localizados, como as informações do site são hierarquizadas etc.</p><p>Como a arquitetura da web afeta o SEO? Sua incidência é estudada em dois níveis: por um lado, influencia o <strong>compreensão</strong> e a facilidade de navegação do usuário na web, por outro lado, na maneira como os mecanismos de pesquisa <strong>rastrear</strong> E eles entendem o site.</p><p>A arquitetura da Web não funciona apenas no nível <strong>estrutural</strong>, mas também de um avião <strong>semântico</strong>. Ou seja, a pesquisa de palavras-chave e os termos-chave a serem trabalhados no site podem determinar, em certa medida, sua estrutura e organização.</p><p>Ao analisar a arquitetura da web no SEO Audit, verifique se o site está bem estruturado de acordo com os critérios de <strong>usabilidade</strong> e também <strong>semântica</strong>.</p><p>As seções importantes, ou porque há uma grande variedade delas <strong>intenção</strong> pesquisar ou porque eles são um <strong>objetivo</strong> O posicionamento prioritário, geralmente colocado nos menus principais e nas áreas superiores, geralmente é vinculado internamente e geralmente leva alguns cliques (e não é muito profundo na árvore de diretórios) em relação à página inicial.</p></p><p><noscript></noscript></p><p>Recomenda-se que no site as informações relevantes para o SEO não sejam mais que duas ou três <strong>níveis de cliques</strong> em relação ao domínio principal, ou seja, não coloque o conteúdo relevante em URLs do tipo domain.com/directory/directory/directory/slug-del-contenido. Isso os favorecerá no rastreamento e obtenção de suco de link interno.</p><p>Abaixo, você pode ver um infográfico que mostra uma estrutura típica da web com arquitetura <strong>horizontal</strong> Bem organizado, com no máximo 3 níveis de navegação.</p></p><p><noscript></noscript></p><p>A seguir, um exemplo de arquitetura <strong>vertical</strong>, pior organizado, com muitos níveis de navegação e até mesmo algum URL órfão (não vinculado internamente).</p></p><p><noscript></noscript></p><p>Geralmente, os sites são construídos seguindo critérios arbitrários ou caprichosos, de acordo com a vontade ou o gosto pessoal do cliente ou desenvolvedor. Isso é comum ao desenvolver um projeto sem a figura de um SEO desde o início, que faz sugestões de <strong>arquitetura</strong>.</p><p>Quando isso acontece, é necessário realizar uma <strong>revisão</strong> web global com critérios de SEO e <strong>reestruturar</strong> Todo o conteúdo e seções. Portanto, em todo desenvolvimento da web, você deve sempre seguir as instruções e recomendações do profissional de SEO.</p><p> Em todo o desenvolvimento web, <strong>sempre</strong> as indicações e recomendações de um profissional de SEO devem ser seguidas desde o início, para evitar problemas de arquitetura que precisam ser corrigidos posteriormente, com o consequente custo econômico e de tempo</p></p><p><noscript></noscript>Você pode analisar facilmente a arquitetura da web e sua estrutura de diretórios com o Screaming Frog, usando a funcionalidade Visualização> Gráfico da árvore de diretórios.</p><h3><noscript></noscript></h3><p>Ele <strong>limite interno</strong> É um fator importante para o SEO e também deve ser analisado na auditoria como um aspecto essencial para um bom posicionamento. Links internos transmitem autoridade entre os URLs internos do site.</p><p>É aconselhável incentivar o vínculo interno para fortalecer as áreas que você deseja que sejam mais relevantes no site, enviando <strong>suco de ligação</strong> para os URLs que você deseja reforçar.</p><p>Como vimos acima, o link interno também faz parte da arquitetura da web e ajuda a organizar e distribuir os <strong>autoridade</strong> web interna, bem como para facilitar a <strong>rastreamento</strong> pelo mecanismo de pesquisa.</p><p>Além disso, beneficia a diminuição da taxa de <strong>saltar</strong> recomendando outros URLs do site para o usuário visitar.</p></p><p><noscript></noscript>Para analisar o link interno de um site, você pode usar ferramentas como <strong>Search Console</strong> (grátis) ou <strong>Ahrefs</strong> (de pagamento).</p><p><noscript></noscript></p><p>Na auditoria, você deve analisar o <strong>404 erros</strong> O que seu site tem. Mas, ao contrário do que alguns acreditam, os erros 404 não penalizam nem são geralmente tão problemáticos quanto se poderia pensar.</p><p>Que e um <strong>Erro 404</strong>? É um URL do site que não existe mais ou está incorretamente gravado em um link interno ou está mal vinculado de outro site, de modo que, em vez de um conteúdo, o que você vê é uma página de status 404, que você pode personalizar como alguns sites web.</p></p><p><noscript></noscript>Os motivos pelos quais você tem um erro 404 podem ser: que você tem <strong>apagado</strong> ou <strong>mudou</strong> um URL que foi vinculado externamente para <strong>errado</strong> de outro site ou, às vezes, você pode ter um plug-in ou aplicativo instalado no seu site que gera URLs dinamicamente que desaparecem quando você os desinstala.</p><p>O principal <strong>problema</strong> O erro 404 é que existem no site URLs relevantes que os usuários não podem ver, como conteúdo importante do site, serviços ou páginas de produtos, páginas de destino etc. Nesse caso, o usuário pode ficar frustrado por não poder ver o conteúdo e, como conseqüência, sair do site, não comprar seu produto ou contratar seu serviço, não compartilhar, não vincular, não comentar, não recomendar. Em resumo, se não houver conteúdo no URL, não haverá interação ou conversão do usuário ou benefício para sua marca.</p><p>Outro problema possível, no caso de sites com muitos URLs, é que você tem muitos links internos para páginas com erro 404, o que forçaria o mecanismo de pesquisa a consumir <em>orçamento de rastreamento</em> desnecessariamente. Ou seja, eu perderia tempo <strong>rastreamento</strong> seguintes links internos que levam a páginas de erro.</p><h3 style="text-align: left;"><span id="Como_corrigir_erros_404"><noscript></noscript>Como corrigir erros 404?</span></h3><p>Apenas faça <strong>Redirecionamentos 301</strong> dos URLs de erro aos URLs do site que você deseja. Geralmente, para URLs equivalentes ou similares ou com falha na página inicial. Você pode redirecionar facilmente com o plugin Simple 301 Redirects gratuito.</p><p> É importante ter em mente que <strong>não é necessário redirecionar todos os 404</strong>. Somente os relevantes, ou seja, aqueles que são gerados por páginas do site que existiam anteriormente e que possuíam alguma autoridade, links, compartilhamentos, tráfego etc.</p></p><p><noscript></noscript>Você pode monitorar erros 404 com ferramentas como <strong>Sapo gritando</strong> e <strong>Ahrefs</strong> (pago) ou <strong>Search Console </strong>(grátis) Para personalizar suas páginas 404, como nos exemplos engraçados que eu coloquei antes no link acima, você pode usar o plugin gratuito <strong>404página</strong>.</p><p><noscript></noscript></p><p>O <strong>links de saída quebrados</strong> (os links do site que apontam para outro site e que não funcionam porque foram digitados incorretamente ou porque o site ou URL de destino não existe mais) são negativos para o usuário (pois não podem acessar o link, fornecendo uma imagem do site sem supervisão) ) e para o Google (uma vez que transmite a ideia de que o site está pouco otimizado e oferece baixa qualidade).</p><p>Além disso, somente no caso de muitos links quebrados, você perde <strong>tempo</strong> rastreamento de links inúteis, e isso pode afetar a <em>orçamento de rastreamento</em>.</p><p>O link para sites relevantes e tópicos semelhantes é positivo para o Google, pois ajuda <strong>rastrear</strong> e também contribui <strong>valor</strong> para o usuário, portanto, é um fator que você deve cuidar e, é claro, analisá-lo na auditoria.</p></p><p><noscript></noscript>Para detectar links quebrados em um site, você pode usar a ferramenta Screaming Frog. Você também tem uma ferramenta gratuita chamada Broken Link Check que funciona muito bem para fazer essa análise.</p><p>Os redirecionamentos mais comuns são os <strong>301</strong> (permanente) e <strong>302</strong> (temporário). Um redirecionamento serve para enviar o tráfego do usuário de um URL antigo que não existe mais para um novo. O redirecionamento, se permanente, também transfere a autoridade do URL antigo para o novo.</p><p>Na auditoria de SEO, analisamos o <strong>redireciona</strong> que a web implementou tanto no nível <strong>domínio</strong> (redirecionamentos completos de um domínio antigo para um novo) a partir de <strong>URLs</strong> pontual (páginas ou entradas que não existem mais, produtos etc.).</p><p>Quando fazemos redirecionamentos, podemos <strong>abrandar</strong> o carregamento da web forçando o navegador a recarregar outro URL, ou até vários, se for um redirecionamento em cadeia. Obviamente, o impacto no tempo de carregamento só é relevante para o SEO se envolver muitos redirecionamentos ou se houver problemas específicos nesses redirecionamentos em nível técnico.</p><p>É aconselhável redirecionar com o arquivo <strong>htaccess</strong> no servidor, pois são os que consomem menos recursos em comparação com outros tipos de redirecionamentos com javascript, HTML etc.</p><p>Outro aspecto importante dos redirecionamentos é que eles são feitos nos URLs corretos, levando em consideração que, com os redirecionamentos, você transfere <strong>autoridade</strong> um do outro.</p></p><p><noscript></noscript>Os redirecionamentos podem ser analisados ​​com a ferramenta Screaming Frog. Você também tem alternativas gratuitas, como a extensão Link Redirect Trace para Chrome ou o aplicativo HTTP Status que retornará todos os códigos de status que possuem um URL específico.</p><h3><noscript></noscript></h3><p>Na seção de URLs, analisaremos se os URLs são <strong>amistoso</strong> e inclua a palavra-chave de cada página que queremos posicionar.</p><p>Cada URL de cada página no site tem um <strong>lesma</strong>. A lesma é a parte da URL que segue o domínio. No exemplo de URL <em>example.com/slug, </em>A lesma é o que está próximo ao domínio.</p><p>É recomendado para o posicionamento que a lesma seja <strong>amistoso</strong>, ou seja, para incluir o <strong>palavra chave</strong>, expressão de palavra ou chave (separando os termos por hífens do meio) em torno dos quais você deseja posicionar cada página do site, e isso não inclui caracteres estranhos, números, palavras vazias (<strong>pare palavras</strong>) como artigos, conjunções, preposições<strong>*</strong>, etc. Também é recomendável que eles tendem a ser <strong>curto</strong>.</p><p><strong>*</strong>Esse aspecto é bastante discutível, porque às vezes a inclusão ou não de uma preposição pode alterar o significado da pesquisa.</p></p><p><noscript></noscript>Você pode analisar facilmente todos os URLs de um site com o Screaming Frog. Você também pode usar o comando ou pegada <strong>site:</strong> seguido pelo domínio para ver todos os SERPs indexados do site no Google, um por um, incluindo os URLs. Por exemplo: <em>site: aulacm.com</em>.</p><p>¿Cómo saber si las imágenes de un sitio están optimizadas para el SEO? Las imágenes se optimizan, por una parte, en cuanto al <strong>tamaño y peso</strong>. Por la otra, en cuanto a su <strong>semántica</strong>.</p><p>La primera de las optimizaciones persigue <strong>agilizar el peso</strong> de la imagen restándole resolución innecesaria para verse en pantallas. Una calidad media-baja de píxeles por pulgada suele ser suficiente. También el <strong>tamaño</strong> es importante. Si una imagen se va a ver en tu página a un tamaño de 300×300 píxeles de ancho y alto, súbela a ese tamaño exacto para que pese menos.</p><p>En cuanto al segundo aspecto, es preciso que la imagen incluya <strong>datos de texto</strong> que puedan ser leídos por el buscador, pues a día de hoy los textos sobreescritos en la imagen aún no son tenidos en cuenta por Google.</p><p>Los campos de texto que puedes incluir en las imágenes son <strong>título</strong>, <strong>texto alternativo (alt)</strong> e <strong>descripción</strong>. Los dos primeros son relevantes y es recomendable que incluyas la descripción de la imagen y keyword. La descripción sirve para mostrar un breve texto en la caja de resultados de búsqueda junto a la imagen.</p></p><p><noscript></noscript></p><p>Otro aspecto que ayuda es el <strong>nombre del archivo</strong> de imagen. Si este nombre incluye la keyword junto a la extensión del archivo, estás aportando más datos al buscador y por tanto favoreciendo que la pueda posicionar en base a esa keyword.</p><p>También puede ayudarte el <strong>contexto</strong> de la imagen, es decir, el texto que hay alrededor de la imagen dentro del contenido. Es más fácil posicionar una imagen que está insertada dentro de un texto relacionado con su temática que una URL de imagen sin nada más.</p></p><p><noscript></noscript> Como en otros muchos factores, la herramienta Screaming Frog te puede servir para analizar cómo de optimizadas están las imágenes de cara al SEO, es decir, si incluyen estas <strong>etiquetas</strong> de texto necesarias para posicionar. Para ver si las imágenes están optimizadas en cuanto a <strong>peso y tamaño</strong>, puedes usar GTMetrix, que aporta infinidad de datos de rendimiento de los elementos de una página web.</p><h3><noscript></noscript></h3><h3/><span id="22_Keywords"><h3><span class="symple-icon symple-icon-circle symple-icon-normal symple-icon-float-left fa fa-arrow-right " style="color:#fff;background-color:#1cbacc;border-radius:99px;"/>2.2. Keywords</span></h3><p>¿Qué <strong>keywords</strong> posiciona o trata de posicionar actualmente el proyecto? ¿Son correctas según los objetivos de la empresa y las posibilidades actuales del proyecto o debería estar tratando de posicionar otras? ¿Qué keywords posiciona la competencia?</p><p>Enfocar las acciones SEO en torno a las <strong>keywords</strong> adecuadas es crucial. Si estás tratando de posicionar las keywords incorrectas, irrelevantes para tu negocio, demasiado difíciles de posicionar o con volúmenes de búsqueda insignificantes, probablemente estés gastando tiempo y recursos para nada.</p><p>Por tanto, es de una importancia capital que antes de desarrollar tu <strong>plan de contenidos</strong> e incluso antes de estructurar la <strong>arquitectura</strong> de tu web, hagas una<em> Keyword Research</em> a fondo en la que obtengas las keywords adecuadas para posicionar tu proyecto.</p><p>A partir de ello, debes elaborar tu <strong>estrategia</strong> de contenidos a futuro y <strong>organizar</strong> tu sitio web con secciones principales y artículos basados en las keywords correctas.</p><p>Un proyecto web que no ha realizado antes una <strong>búsqueda de palabras clave</strong> puede que no posicione ningún término relevante o lo haga de manera accidental, lo cual denota escasa estrategia y posiblemente brindará pocos resultados.</p><p> Escribir contenidos sin tener en cuenta las<strong> intenciones de búsqueda</strong> de los usuarios que potencialmente podrían estar interesados en tus artículos, productos o servicios, es perder el tiempo y posiblemente una garantía de fracaso a corto y largo plazo</p><p>Como ya te he comentado en la parte de optimización del contenido, una vez has encontrado las <strong>keywords </strong>debes repartirlas entre las URLs de tu sitio siguiendo criterios lógicos para el usuario y también de arquitectura SEO. Y teniendo siempre en cuenta que cada URL indexada del sitio debe trabajar una keyword o intención de búsqueda por separado, para evitar la <strong>canibalización</strong>.</p><h3><span id="Como_optimizar_tu_keyword_dentro_del_contenido_para_mejorar_el_SEO"><noscript></noscript>¿Cómo optimizar tu keyword dentro del contenido para mejorar el SEO?</span></h3><ol><li>Escribe de manera <strong>natural</strong>, no fuerces la escritura repetitiva de la keyword</li><li>Escribe no obstante con una cierta <strong>densidad</strong> de keyword, y colócala en lugares relevantes de la página (titulos, encabezados h, alt, anchor texts, primeros párrafos, etc)</li><li>Escribe una mínima <strong>cantidad</strong> de contenido al menos, dicen que 300 palabras pero incluso si puedes escribir más, hazlo. La clave es satisfacer la demanda de información del usuario, no llegar simplemente a una cantidad previamente estipulada de palabras</li><li>Escribe <strong>sinónimos</strong> de la keyword a lo largo del contenido, pues aunque parezcan keywords diferentes, en realidad responden a la misma intención de búsqueda y probablemente también tengan ciertos volúmenes de búsqueda, pues aunque sean menos buscadas que la keyword principal, quizá algunos usuarios las usan</li></ol><p><noscript></noscript>En este artículo te dejo un montón de herramientas gratuitas para buscar palabras clave, como Keyword Planner y muchas otras. Con el plugin gratuito Yoast SEO puedes medir un montón de aspectos del contenido, entre ellos la aparición y densidad global de la keyword en la URL. Con Keyword Density Checker también puedes medir su densidad dentro del contenido, es decir, el porcentaje de veces que aparece la keyword respecto al resto de palabras del contenido.</p><p><noscript></noscript></p><h3 style="text-align: left;"><span id="En_resumen"><noscript></noscript>En resumen</span></h3><p>El <strong>análise</strong> de todos estos factores puede prestarse a cierta interpretación, en cuanto al innegable factor de subjetividad que supone calibrar el valor que ofrece un contenido sin ser el usuario target de ese contenido.</p><div class="quads-location quads-ad3" id="quads-ad3" style="float:none;margin:0px 0 0px 0;text-align:center;"> <a href="https://cupomcomdesconto.com.br/oferta/banner-728x90-ad3/" target="_blank" rel="noopener"><img src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns='http://www.w3.org/2000/svg'%20viewBox='0%200%20728%2090'%3E%3C/svg%3E" alt="cupom com desconto - o melhor site de cupom de desconto cupomcomdesconto.com.br" width="728" height="90" class="aligncenter size-full wp-image-855" data-lazy-src="https://cupomcomdesconto.com.br/banner-ads/728x90-ads-banner-3.jpg" /><noscript><img src="https://cupomcomdesconto.com.br/banner-ads/728x90-ads-banner-3.jpg" alt="cupom com desconto - o melhor site de cupom de desconto cupomcomdesconto.com.br" width="728" height="90" class="aligncenter size-full wp-image-855" /></noscript></a></div><p>A pesar de ello, existen elementos objetivos de análisis que pueden servirnos como orientación: el tiempo medio de <strong>permanencia</strong> del usuario en la página, la tasa de <strong>rebote</strong>, los <strong>enlaces</strong> naturales y <strong>compartidos</strong> en redes que ha generado, la cantidad de <strong>comentarios</strong> y menciones, etc.</p><p> El buen <strong>contenido</strong> te hace ganar <strong>enlaces</strong> de manera orgánica sin tener que comprarlos o pedirlos, te permite <strong>viralizar</strong> en redes sociales, te permite aumentar el <strong>tiempo</strong> de permanencia del usuario en tu web, aumenta la <strong>interacción</strong> del usuario y, muy importante, puede ayudarte a incrementar las tasas de <strong>conversión</strong>.</p><p>Esta doble dimensión objetiva/subjetiva debe ser aplicada con sentido crítico a la hora de valorar si realmente el contenido que ofrece una página web está cumpliendo sus objetivos: el de <strong>atraer</strong>, <strong>retener</strong> e <strong>satisfacer</strong> a los usuarios.</p><h3><span id="23_CTR"><span class="symple-icon symple-icon-circle symple-icon-normal symple-icon-float-left fa fa-arrow-right " style="color:#fff;background-color:#1cbacc;border-radius:99px;"/>2.3. CTR</span></h3><p>El <strong>CTR</strong> (Click Through Rate) o clicks que obtienes en Google respecto al total de veces que sale tu resultado impreso, es un factor importantísimo que por supuesto ha de ser analizado en la Auditoría SEO, ya que tiene una incidencia crucial en el posicionamiento.</p><p>Si detectas que tus resultados (<strong>SERPs</strong>) tienen un bajo CTR, deberías plantearte si son lo suficientemente atractivos y explicativos como para llamar la atención de los usuarios y recibir clicks.</p><p>Existen estudios que realizan medias aproximadas de cuánto <strong>CTR</strong> es el razonable en función de tu posición. Aunque esto, obviamente, varía en función del sector (competidores que existen, hábitos de conducta de los usuarios, etc) y los tipos de resultados que Google muestra para la consulta.</p><p>Hoy en día <strong>Google</strong> ya está mostrando resultados destacados que tiran muy abajo los primeros resultados que antes se veían arriba del todo. También hay resultados en formatos mapas, rich snippets, etc., que en algunos casos cambian mucho las reglas del juego.</p><p>Supongamos que, en tu sector, lo normal es que el tercer resultado consiga de media un CTR en torno al 15%. En ese caso, debes <strong>analizar</strong> si tus resultados que están en esa posición están recibiendo el CTR adecuado o mínimamente aceptable.</p><p> Dado que el <strong>CTR</strong> es un factor clave, merece la pena pararse a pensar y desarrollar estrategias para optimizarlo todo lo que se pueda.</p><h3><span id="Como_mejorar_el_CTR_de_tus_resultados_SERPs_en_Google"><noscript></noscript>¿Cómo mejorar el CTR de tus resultados (SERPs) en Google?</span></h3><ol><li>Coloca <strong>títulos</strong> muy atractivos con palabras de valor y llamadas a la acción para el usuario, usando toda la extensión disponible</li><li>Escribe meta <strong>descripciones</strong> atractivas y también muy explicativas acerca del valor que aporta el contenido.</li><li>Usa elementos <strong>visuales</strong> destacados y atractivos en tus títulos y meta descripciones, para llamar la atención del usuario, como emojis, caracteres especiales, etc.</li><li>Usa elementos <strong>enriquecidos</strong> (rich snippets) siempre que puedas, para aportar un contenido más específico y especializado al usuario y además destacar visualmente (snippets de recetas, eventos, artículos, reseñas, valoraciones con estrellas, etc)</li><li>Quita las <strong>fechas</strong> si tu contenido es de tipo <em>evergreen</em> o atemporal, para evitar que el usuario pueda pensar que se trata de un contenido obsoleto y prefiera no clickarte.</li><li>Usa técnicas de <strong>copywriting</strong> que funcionan y que han sido contrastadas por otros profesionales.</li><li><strong>Prueba</strong>, analiza, observa, intenta una y otra vez cambiando tus propias SERPs hasta que encuentres la fórmula más adecuada para las particularidades de tu sector.</li><li><strong>Observa</strong> las SERPs de la competencia e inspírate en lo que hacen bien (ojo, no he dicho copiar tal cual) y en lo que hacen mal (para no repetirlo).</li><li>Suscita gran <strong>interés</strong> con los textos de tus SERPs, trata de responder de manera muy clara a una pregunta o problema concreto, sé contundente y claro al expresar el valor del artículo (aunque sin pasarte de sensacionalista).</li><li>Ofrece contenidos de <strong>valor</strong> y que sean percibidos por el usuario como valiosos, no intentes dar un toque demasiado comercial a los contenidos que sirven para aportar valor puro.</li><li>Trabaja tu <strong>imagen de marca</strong> de forma global, crea buenos contenidos, sé activo en redes sociales, responde los comentarios del blog, para generar una percepción positiva de tu marca que los usuarios recuerden a la hora de decidir en qué resultado hacer click.</li></ol><p><noscript></noscript></p></p><p><noscript></noscript> Con la herramienta Search Console puedes analizar fácilmente tu <strong>CTR</strong> para todas las URLs de tu página web. En este post sobre la nueva versión de Search Console tienes un tutorial paso a paso para monitorizar y optimizar tu CTR mediante la funcionalidad <strong>Rendimiento</strong>, con la que no sólo puedes hacer un seguimiento de tu CTR medio global, sino de todas las URLs por separado.</p><p><noscript></noscript></p><p>Sobre todo, puede ser muy rentable optimizar el CTR de <strong>URLs</strong> que sean potencialmente buenas pero que tengan las <strong>SERPs</strong> poco trabajadas, o de URLs que ya estén relativamente bien posicionadas (primera o segunda página de Google) y que a pesar de ello estén teniendo menos clicks de los esperados, sobre todo en el caso de URLs que posicionan para keywords con muchas búsquedas (impresiones).</p></p><p><noscript></noscript></p><p>En el ejemplo, hay una página que está entre la posición 7 y 8 (7,5) pero tiene un <strong>CTR</strong> de un <strong>1,5% (sólo 22 clicks)</strong> del total de 1502 impresiones. Es decir, optimizando la SERP de esa URL para la keyword «como funciona wordpress» se pueden conseguir buenos resultados, posiblemente se suban posiciones y eso hará que siga mejorando el CTR, para una keyword que puede conseguir potencialmente muchos clicks.</p></p><h2><span id="Bloque_3_de_analisis_Enlaces_entrantesAutoridad_de_dominio"><noscript></noscript>Bloque 3 de análisis. Enlaces entrantes/Autoridad de dominio</span></h2><p>En la fase 3 de análisis vamos a analizar <strong>enlaces</strong> entrantes (backlinks) y <strong>autoridad</strong> de dominio:</p><h3 style="text-align: left;"><span id="31_Enlaces_entrantes"><span class="symple-icon symple-icon-circle symple-icon-normal symple-icon-float-left fa fa-arrow-right " style="color:#fff;background-color:#1cbacc;border-radius:99px;"/>3.1. Enlaces entrantes</span></h3><p>Los <strong>enlaces entrantes o backlinks</strong> (los enlaces que ponen otros sitios web hacia tu web) son un factor SEO de importancia capital desde siempre y también en la actualidad, por supuesto.</p><p>Desde que Google nació, la calidad y cantidad del enlazado entrante que tiene un dominio es uno de los factores más <strong>relevantes</strong> y directos que usa Google para determinar su posicionamiento. Los enlaces <strong>traspasan popularidad</strong> de un dominio a otro, o de una URL a otra.</p><p>Por ello, es importante analizar que tu dominio tenga una buena cantidad de enlaces entrantes de cierta <strong>autoridad</strong> (ver apartado siguiente sobre autoridad), de apariencia natural, de tipo follow* (los que traspasan popularidad) aunque no todos, y en general que conformen un perfil de enlaces <strong>sano</strong> y con referencias desde la mayor cantidad posible de sitios <strong>relevantes</strong> relacionados con tu <strong>temática</strong>.</p><p>*Un enlace <strong>follow</strong> es tenido en cuenta por Google para el traspaso de popularidad. Un enlace <strong>nofollow</strong> en cambio no traspasa autoridad o muy poca. Puedes ver si tus enlaces son follow o nofollow con <strong>Ahrefs</strong> filtrando por tipos de enlaces o también a mano directamente sobre el enlace, con la funcionalidad Inspeccionar de Google Chrome:</p></p><p><noscript></noscript></p><p>Como puedes ver en este ejemplo, en el código dentro del atributo <em>rel</em> se ha colocado el valor <strong>nofollow</strong>, para que este enlace no sea seguido por Google desde el sitio de origen al de destino.</p><p>Por todos estos motivos, es importante monitorizar el <strong>perfil de enlaces entrantes</strong> que tiene el dominio, para evaluar la <strong>calidad</strong> de los enlaces, y también la <strong>salud</strong> o apariencia de <strong>naturalidad</strong> de los mismos. Un perfil de enlaces entrantes tóxico o de apariencia artificial podría ser penalizado por <strong>Google Penguin </strong>y perjudicar tu SEO.</p><p>En ocasiones, sobre todo si no se ha monitorizado antes, el <strong>perfil de enlaces entrantes</strong> de un dominio puede estar lleno de enlaces indeseables, ya sea por cuestiones aleatorias, ya sea por ataques externos, ya sea por una acción propia de compra de enlaces inadecuados.</p><p> Google dice: <em>haz que tus enlaces sean <strong>naturales</strong>.</em> Esto no quiere decir que Google pueda saber que has comprado enlaces, pero desde luego sí que analiza tus enlaces para ver si son aparentemente naturales o no.</p><p>Aquí tienes un post muy útil para saber todo lo que hay que saber sobre los enlaces en SEO. Sobre todo, debes tener cierta <strong>diversidad</strong> de enlaces follow y nofollow, preferentemente procedentes de sitios web de <strong>temática</strong> similar a la tuya y del mismo <strong>idioma</strong> que el de tu sitio, y conseguidos a lo largo del tiempo y no de golpe, pues este tipo de enlaces son los más naturales.</p></p><p><noscript></noscript>Puedes analizar tu perfil de enlaces entrantes con la herramienta Search Console (gratuita) o con Ahrefs (de pago). Otra herramienta gratuita para monitorizar enlaces es Ranksignals.</p><p><noscript></noscript></p><h3/><span id="32_Autoridad_de_dominio"><h3 style="text-align: left;"><span class="symple-icon symple-icon-circle symple-icon-normal symple-icon-float-left fa fa-arrow-right " style="color:#fff;background-color:#1cbacc;border-radius:99px;"/>3.2. Autoridad de dominio</span></h3><p>La <strong>autoridad</strong>, relevancia o popularidad del dominio se puede analizar desde diversos puntos de vista y diferentes herramientas. En general, un dominio con autoridad es aquel que tiene buenos enlaces, indicios de un buen SEO y cierta antigüedad.</p><p>Para evaluar la relevancia de un dominio, Google siempre ha tenido en cuenta una métrica propia, el <strong>PageRank</strong>. Este valor hoy en día es imposible saberlo, con lo cual existen otras métricas o criterios para realizar una estimación de la autoridad de un dominio.</p><p>Puedes medir tu dominio con el <strong>Domain Authority</strong> de <strong>Moz</strong>, una métrica bastante fiable para determinar la salud y calidad de un dominio. También puedes usar herramientas de pago como <strong>Ahrefs</strong>, cuya métrica, <strong>Domain Rating o DR</strong>, es también bastante fiable para estimar la calidad de un dominio.</p></p><p><noscript></noscript></p><p>No obstante, deberías tener en cuenta que estas métricas son realizadas por herramientas <strong>externas</strong> a Google y no dejan de ser estimaciones en función de una serie de criterios. No te tomes estos resultados como algo absoluto, sino más bien como un indicio aproximativo del estado SEO actual del dominio analizado y de su evolución en el tiempo.</p></p><h2><span id="Bloque_4_de_analisis_RendimientoAdaptabilidadUsabilidad"><noscript></noscript>Bloque 4 de análisis. Rendimiento/Adaptabilidad/Usabilidad</span></h2><p>La fase 4 va a servir para analizar el <strong>rendimiento</strong> e <strong>velocidad</strong> de la web (también llamado <strong>WPO</strong>, <em>Web Performance Optimization</em>), y cómo es su <strong>adaptabilidad</strong> <strong>responsivo</strong> para los diferentes dispositivos, así como su grado de <strong>usabilidad</strong> o facilidad de manejo para los usuarios.</p><h3 style="text-align: left;"><span id="41_Rendimiento_WPO"><span class="symple-icon symple-icon-circle symple-icon-normal symple-icon-float-left fa fa-arrow-right " style="color:#fff;background-color:#1cbacc;border-radius:99px;"/>4.1. Rendimiento WPO</span></h3><p>En la<strong> Auditoría SEO</strong> vamos a analizar también el <strong>rendimiento</strong> de la página web, es decir, su <strong>velocidad de carga</strong>. Este es a día de hoy un factor importante que hay que medir y optimizar, pues Google ya ha dejado bien claro que las webs tienen que ser rápidas y cargar sin problemas.</p><p>No hay un máximo de tiempo de carga que Google haya definido, por tanto la consigna es: trata de que la web cargue lo más <strong>rápido</strong> posible, identificando y separando todos los elementos y componentes que, a pesar de que puedan estar lastrando la velocidad, son imprescindibles, y todos esos que no son tan necesarios y podrías eliminar para ganar velocidad.</p><p>Existen numerosos factores que pueden incidir en la <strong>velocidad de carga </strong>de tu página web, los cuales te voy a listar y explicar a continuación:</p><h3><span id="Cuales_son_los_principales_factores_que_influyen_en_la_velocidad_de_carga_de_una_web"><noscript></noscript>¿Cuáles son los principales factores que influyen en la velocidad de carga de una web?</span></h3><ol wp_automatic_readability="44.095604808415"><li wp_automatic_readability="14.018847006652"><h4><span id="Hosting">Hosting</span></h4><p>El <strong>servidor</strong> donde alojas tu página web es uno de los principales factores que determinan una carga rápida o lenta. Te recomiendo alojar tu web en hostings especializados para tu sistema o CMS, con buen rendimiento y seguridad, además de buen soporte.</p><p>Cambiar de un <strong>hosting</strong> malo o regular a uno bueno es una de las acciones más sencillas que puedes llevar a cabo para mejorar la velocidad de carga de una web y que puedes recomendar a tu cliente antes de llevar a cabo otras optimizaciones sobre su proyecto.</p><p>Un buen <strong>hosting</strong> incluye funcionalidades o mejoras avanzadas como compresión Gzip, Keep Alive, sistemas de Caché avanzados, etc., que son excelentes para mejorar el rendimiento. Aquí te dejo una comparativa de hostings para que elijas el más adecuado a tu proyecto.</p></p><p><noscript></noscript>Con esta herramienta puedes ver en qué hosting está alojada una página web: https://www.whoishostingthis.com/es/.</li><li wp_automatic_readability="5"><h4><span id="Plantilla_y_plugins">Plantilla y plugins</span></h4><p>Si estás usando un gestor de contenidos o CMS tipo WordPress o similares, es importante también qué <strong>plantilla</strong> o tema usas, así como los <strong>plugins</strong> o módulos que añades a la web para incluir funcionalidades extra. Una plantilla lenta te va a dificultar bastante la optimización de velocidad, así como usar plugins muy pesados o instalar una cantidad demasiado grande de ellos.</p></li><li wp_automatic_readability="9.7290640394089"><h4><span id="Imagenes">Imágenes</span></h4><p>Otro aspecto sencillo de detectar y de solucionar. A veces una web es lenta porque sus imágenes no están optimizadas en <strong>tamaño</strong> e <strong>peso</strong>, y esta es una de las acciones imprescindibles que debe realizar todo desarrollador web. No subas imágenes más grandes o en mayor resolución de la necesaria. Tienes plugins gratuitos como EWWW Optimizer o WP Smush que van muy bien para reducir peso.</p><p>En cuanto al <strong>tamaño</strong> (ancho y alto), nunca subas las imágenes sin pasarlas antes por Photoshop o herramientas similares y dejarlas en el tamaño exacto. Si el problema es que tu WordPress genera tamaños incorrectos de manera automática, puedes usar este plugin para redefinir las versiones automáticas de tamaño que se generan al subir las imágenes: https://es.wordpress.org/plugins/regenerate-thumbnails/.</p></li><li wp_automatic_readability="2.8130081300813"><h4><span id="Cache">Caché</span></h4><p>Instalar un sistema de <strong>caché</strong> es uno de los métodos más recomendables para mejorar su rendimiento y velocidad de respuesta. Para ello existen plugins como <strong>WP Rocket</strong> (de pago) <strong>Fastest Caché</strong> (gratuito), que hacen verdaderas maravillas en el rendimiento de la web. Una web cacheada sirve sus elementos estáticos más rápidamente porque ya están precargados.</p></li><li wp_automatic_readability="0.98823529411765"><h4><span id="Usar_CDN">Usar CDN</span></h4><p>Um <strong>CDN</strong> mejora la entrega de los datos de tu web al usuario gracias a que usa centros de datos repartidos en diversas localizaciones geográficas y todo tipo de mejoras para incrementar la velocidad de carga y la fluidez de respuesta del servidor.</p></li><li wp_automatic_readability="4"><h4><span id="Minimizar_el_codigo">Minimizar el código</span></h4><p>Reduce la cantidad de <strong>código</strong> que tiene tu web limpiando el código innecesario o reduciendo el espacio que ocupa mediante la minificación de código, agilizando su lectura mediante la concatenación de líneas de código. WP Rocket funciona muy bien para ello, aunque al ser de pago te dejo una alternativa gratuita: https://wordpress.org/plugins/bwp-minify/.</p></li><li wp_automatic_readability="3"><h4><span id="Carga_asincrona">Carga asíncrona</span></h4><p>Cargar ciertos elementos de la página en <strong>diferido</strong> evita que se produzca un atasco o cuello de botella en el header de tu web por la acumulación excesiva de peticiones a archivos Javascript y otro tipo de archivos, al cargar los elementos un poco después del inicio de la carga sin que el usuario pueda percibirlo pero mejorando la velocidad de carga inicial. Puedes implementar la carga asíncrona con WP Rocket.</p></li><li wp_automatic_readability="3"><h4><span id="Optimizar_la_base_de_datos">Optimizar la base de datos</span></h4><p>Si limpias regularmente las tablas y contenidos inservibles y obsoletos de la <strong>base de datos</strong> de la web vas a agilizar las consultas que se realizan desde la web y de este modo vas a mejorar su velocidad. Cuando desinstalas plugins a veces se quedan tablas en la base de datos, también cuando realizas revisiones o guardados de tus contenidos. Con este plugin puedes optimizar fácilmente el tamaño de tu base de datos: https://es.wordpress.org/plugins/optimize-database/.</p></li><li wp_automatic_readability="3"><h4><span id="Carga_de_imagenes_y_videos_Lazy_Load">Carga de imágenes y vídeos (Lazy Load)</span></h4><p>Haz que las imágenes y vídeos no carguen todas de golpe sino que vayan cargándose de manera <strong>progresiva</strong> a medida que se va haciendo scroll por la página, evitando sobrecargar en exceso la carga inicial con demasiados elementos multimedia. Puedes implementar lazy load con WP Rocket (de pago) o con este otro plugin gratuito: https://es.wordpress.org/plugins/lazy-load/.</p></li><li wp_automatic_readability="9"><h4><span id="Llamadas_a_servicios_externos">Llamadas a servicios externos</span></h4><p>Evita instalar <strong>demasiados</strong> elementos en tu sitio web, sobre todo si muchos de ellos son superfluos o no son realmente importantes. Ten en cuenta que ralentizas tu web cada vez que insertas contenido desde redes sociales, vídeos (ojo, no te digo que no los incrustes, sino que controles la cantidad), plugins para conectar con herramientas o aplicaciones externas, scripts de código para insertar funcionalidades en tu sitio, etc.</p></li><li wp_automatic_readability="7"><h4><span id="Revisar_y_actualizar_la_web_de_manera_periodica">Revisar y actualizar la web de manera periódica</span></h4><p>Realiza cada cierto tiempo tareas de <strong>optimización</strong> e <strong>actualización</strong> de tu CMS, tu plantilla y plugins, para que todo funcione a la perfección, evitando problemas de ralentización y seguridad, así como incompatibilidades entre los diversos componentes de tu web, factores todos ellos que en ocasiones pueden dificultar la carga fluida de tu página web.</p></li></ol><p>En el enlace que te dejo a continuación tienes un montón de consejos para optimizar tu WordPress y ponerlo a funcionar súper rápido. En este otro enlace tienes 4 casos reales de optimización WPO.</p></p><p><noscript></noscript>Puedes medir la velocidad de carga de una página web con herramientas gratuitas y muy completas como GTMetrix, Pingdom Speed Test o Page Speed Insights.</p><h3 style="text-align: left;"><span id="42_Adaptabilidad_responsive"><span class="symple-icon symple-icon-circle symple-icon-normal symple-icon-float-left fa fa-arrow-right " style="color:#fff;background-color:#1cbacc;border-radius:99px;"/>4.2. Adaptabilidad responsive</span></h3><p>Google analiza si las webs son <strong>responsivo</strong> como factor para el posicionamiento, y hace ya unos años que esto es así, con lo cual en la Auditoría SEO es imprescindible analizar también cómo de adaptable o responsive es la página web.</p><p>En la Auditoría SEO vamos a analizar si la web se adapta correctamente a cada tamaño de pantalla y dispositivo (escritorio, tablets, smartphones, etc), no sólo porque <strong>Google</strong> lo tiene en cuenta, sino también de cara al <strong>usuario</strong>.</p><p>No lo olvides: muchos factores SEO se optimizan no sólo para cumplir las directrices de <strong>Google</strong>, sino también para el <strong>usuario</strong>. Porque el usuario, mediante su modo de interactuar con tu web (tiempo de permanencia, rebote, CTR, etc) está enviando señales a Google sobre la idoneidad y valor de ese contenido, y esto influye en el SEO porque Google atiende a estas señales de usuario para rankear.</p><p>Si la web no es responsive o no lo es del todo, puede haber usuarios que en determinados dispositivos no lleguen a tener una <strong>experiencia</strong> de usuario satisfactoria, lo cual podría afectar al tiempo que permanecen en la web y a las acciones que hagan dentro de ella, como interacturar con las secciones, generar conversiones, etc.</p><p> No sólo optimizamos las versiones responsive de la web para gustar a <strong>Google</strong>: también lo hacemos de cara al <strong>usuario</strong></p><p>Por tanto, no sólo se trata de tener una web <strong>responsivo</strong> (hoy en día, cualquier plantilla de WordPress o plataformas similares vienen ya con las versiones responsive implementadas), sino de cómo de ajustadas y optimizadas al detalle están esas versiones responsive. En ocasiones, a la plantilla que has usado para hacer tu web hay que hacerle algunos ajustes con CSS o con plugins para dejar perfectas las versiones responsive.</p><h3><span id="Como_analizar_si_una_web_es_responsive"><noscript></noscript>¿Cómo analizar si una web es responsive?</span></h3><p>Puedes hacer dos cosas: una, monitorizar la web directamente en <strong>dispositivos</strong> reales, observando con total precisión cómo se comporta el contenido en ese tamaño de pantalla. O dos, puedes monitorizarlo con <strong>aplicaciones</strong> de escritorio que simulan diversos tamaños de pantalla, marcas y módelos de smartphones, tablets, portátiles, etc.</p></p><p><noscript></noscript>Puedes monitorizar cómo se ve una página web en diversos dispositivos y tamaños de pantalla con la herramienta gratuita Screenfly. También puedes utilizar el comando <strong>Inspeccionar</strong> de Google Chrome, el cual te deja previsualizar cómo se vería tu web en un montón de dispositivos.</p><p>Para ello, haz click con el botón derecho del ratón sobre cualquier zona de tu web, luego da a <strong>Inspeccionar</strong> y a continuación pulsa sobre el icono de <strong>dispositivos móviles</strong> que hay abajo a la izquierda:</p></p><p><noscript></noscript></p></p><p><noscript></noscript>En este artículo sobre CSS te explico cómo ajustar a la perfección tu web para cada una de las pantallas y dispositivos, tocando un poco de código <em>media queries</em> de CSS.</p><div class="symple-box blue center " style="text-align:center;" wp_automatic_readability="13.62962962963"> Además de la adaptabilidad responsive como factor SEO, hay que tener en cuenta que Google recomienda implementar el protocolo <strong>AMP</strong> (Accelerated Mobile Pages) que sirve para optimizar aún más el rendimiento en dispositivos móviles, mediante la reorganización y limpieza de elementos web. Puedes implementarlo fácilmente si usas WordPress con este plugin gratuito: AMP Plugin</div></p><h3 style="text-align: left;"><span id="43_Usabilidad_y_Experiencia_de_Usuario"><span class="symple-icon symple-icon-circle symple-icon-normal symple-icon-float-left fa fa-arrow-right " style="color:#fff;background-color:#1cbacc;border-radius:99px;"/>4.3. Usabilidad y Experiencia de Usuario</span></h3><p>El tercer punto de este bloque 4 de la Auditoría SEO se va a centrar en la <strong>usabilidad</strong> e a <strong>experiencia de usuario</strong>, que aunque parecen lo mismo, en realidad no son exactamente el mismo concepto.</p><h3><span id="Que_es_la_usabilidad"><noscript></noscript>¿Qué es la usabilidad?</span></h3><p><strong>Usabilidad</strong> es la capacidad que tiene una web (o cualquier aplicación) para ser correctamente entendida y usada por el usuario. Es decir, una web usable es aquélla en la que el usuario sabe cómo usar sus funcionalidades con la mayor facilidad posible y sin problemas graves de entendimiento, de funcionamiento y de navegación por las diferentes áreas del sitio.</p><p> 👍 Una web <strong>usable</strong> es <strong>intuitiva</strong> y accesible para el usuario. Una web usable no requiere demasiadas explicaciones de uso y navegación para que el usuario navegue por los menús y encuentre lo que necesite sin problemas. Una web usable tiene textos en un tamaño, tipografía y color fácilmente legibles. Una web usable permite al usuario entender el objetivo o finalidad de la web, pues ofrece mensajes entendibles y coherentes para el usuario. Una web usable carga con fluidez. Una web usable no muestra elementos interruptivos o excesivamente invasivos para el usuario. Una web usable se puede navegar y entender igual en cualquier dispositivo o tamaño de pantalla, ya sea en escritorio, tablets o smartphones. Una web usable permite una experiencia de usuario satisfactoria, y eso beneficia al SEO porque un usuario satisfecho suele permanecer más tiempo en la página, interactúa mas, genera más señales SEO positivas y además genera más conversión</p><p> 👎 Una web <strong>no usable</strong> es poco entendible, <strong>poco intuitiva</strong> y poco accesible para el usuario. Una web no usable puede funcionar de manera anómala o inesperada, cargar lento, o dificultar que el usuario encuentre las secciones que desea y la interacción correcta con los menús, además cualquier tipo de interacción con formularios, botones, aplicaciones en la web, etc. Una web no usable dificulta al usuario entender el objetivo o finalidad de la web, pues sus mensajes con contradictorios o mal explicados. Una web no usable despliega elementos que interrumpen la navegación o que molestan al usuario. Una web no usable tiene textos poco legibles en tamaños pequeños o con tipografías poco legibles, en colores poco contrastados respecto al fondo, con interlineado insuficiente, etc. Una web no usable no se comporta correctamente en todos los dispositivos y pantallas. Una web no usable no ofrece una experiencia de usuario satisfactoria, perjudicando el SEO porque el usuario suele estar menos tiempo, interactúa menos y además genera menos conversión</p><h3><span id="Que_es_la_experiencia_de_usuario"><noscript></noscript>¿Qué es la experiencia de usuario?</span></h3><p>La <strong>experiencia de usuario</strong> se refiere al grado de satisfacción o insatisfacción que los anteriores factores de usabilidad han generado en el usuario, incitándole a que se quede en el sitio, interactúe, realice acciones positivas para el SEO y genere conversiones si el sitio es usable, o todo lo contrario si el sitio no es usable.</p><p>Por tanto, si <strong>usabilidad</strong> hace referencia a cómo la web favorece o no el uso del por parte del usuario, la experiencia de usuario alude a cómo la web ha impactado de manera positiva o negativa en el usuario en función de todos esos factores.</p><p>Y en consecuencia, una <strong>experiencia de usuario</strong> positiva es beneficiosa no sólo para tu imagen de marca y tus ventas o conversiones, sino también para el SEO, ya que un usuario satisfecho o que ha conseguido apreciar o entender el objetivo o valor de la web, suele generar mejores señales o indicios que inciden en el SEO:</p><ul><li>Más <strong>tiempo</strong> de permanencia</li><li>Menos tasa de <strong>rebote</strong></li><li>Más <strong>CTR</strong></li><li>Más <strong>visitas</strong> a páginas internas</li><li>Más <strong>compartidos</strong> o recomendaciones</li><li>Más envío de <strong>formularios</strong></li><li>Más <strong>enlaces</strong> naturales</li><li>Más <strong>conversiones</strong> (leads, ventas, etc)</li></ul><p><noscript></noscript>La <strong>usabilidad</strong> e a <strong>experiencia de usuario</strong> derivada del nivel de usabilidad pueden medirse desde muchos puntos de vista y con diferentes herramientas:</p><p>Puedes monitorizar el comportamiento exacto del usuario en la página con una herramienta como Hotjar, dónde hace click con mayor frecuencia, ver sus sesiones grabadas completas, etc.</p></p><p><noscript></noscript></p><p><strong>Más herramientas: </strong>Puedes comprobar el contraste cromático de los textos con CheckMyColours. Puedes hacer un testeo general de diversos aspectos relacionados con la codificación de la web con el Validador W3C. Puedes detectar problemas de usabilidad móvil con Search Console. Puedes medir el tiempo que tardan los usuarios en realizar determinadas acciones en el sitio con Usabilla.  Puedes medir tiempos de carga con GTMetrix. Puedes monitorizar cómo ven tu web personas con discapacidad visual con Vischeck. Puedes calcular la facilidad de lectura y entendimiento de los textos de la web con Word Count Tool, o el índice de legibilidad con Juicy Studio. Incluso puedes recoger el feedback de los usuarios sobre tu página web con UserVoice.</p><p> El <strong>objetivo</strong> de cualquier medición y análisis siempre es el mismo: que la página web ofrezca una <strong>experiencia de usuario</strong> lo más <strong>satisfactoria</strong> posible.</p></p><h2><span id="Bloque_5_de_analisis_Codigo_y_Etiquetas"><noscript></noscript>Bloque 5 de análisis. Código y Etiquetas</span></h2><p>La fase 5 de análisis está relacionada con todos los aspectos <strong>técnicos</strong> a nivel código, problemas concretos de codificación en los diferentes lenguajes o implementaciones realizadas de tipo técnico, que pueden estar perjudicando o beneficiando el SEO del sitio.</p><h3 style="text-align: left;"><span id="51_Codigo_y_etiquetas"><span class="symple-icon symple-icon-circle symple-icon-normal symple-icon-float-left fa fa-arrow-right " style="color:#fff;background-color:#1cbacc;border-radius:99px;"/>5.1. Código y etiquetas</span></h3><p>En este apartado vamos a analizar el proyecto desde un punto de vista técnico. Por una parte, vamos a escrutar el código de salida de la web (el que Google lee en la parte front pública de la web), básicamente código <strong>HTML, Javascript y CSS.</strong></p><p>Vamos a comenzar por el lenguaje más común de todas las webs, el <strong>HTML</strong>. El código HTML genera la estructura visual de la página web, y además utiliza etiquetas meta para enviar información a los buscadores y navegadores, además de atributos concretos dentro de esas etiquetas.</p><h3><span id="Cuales_son_las_etiquetas_y_atributos_de_codigo_HTML_que_influyen_en_el_SEO"><noscript></noscript>¿Cuáles son las etiquetas y atributos de código HTML que influyen en el SEO?</span></h3><pre><title>

La etiqueta más relevante de todas y en la que debe estar la keyword sí o sí, pues además es el título que sale en la caja de resultados que muestra la URL en Google. Está arriba del todo en el código de la página y puedes ver su contenido si te posas por un momento sobre la pestaña del navegador. Normalmente coincide con el h1, pero no tiene por qué. Title es una meta etiqueta (¡pero no confundir con la etiqueta meta title que ya no sirve para nada!), es decir, no se muestra visiblemente en la página sino que está para ser leída por el buscador.

Esta etiqueta define la descripción que saldrá en la caja de resultados de Google, bajo el título. No tiene una importancia directa en el SEO (no por poner la keyword en la meta description vas a reforzarla más de forma directa), pero influye en el CTR (Click Through Rate), con lo cual deberías optimizarla para cada URL que vayas a indexar del sitio. Optimizarla quiere decir: rellenar los 155 caracteres que te ofrece con una descripción explícita, atractiva y persuasiva del contenido, usando elementos enriquecidos y visualmente destacados. Se trata de ganar el click frente a tus competidores.

  • Encabezados o títulos

Las etiquetas de títulos h (h1, h2, h3, h4, h5, h6) sirven sobre todo para dos cosas:

Por un lado, dan formato visualmente jerarquizado a los epígrafes del contenido, mostrándolos de mayor a menor tamaño y grosor a medida que se baja de la etiqueta

a la

. Es decir, el h1 se suele ver muy grande porque contiene el título, y la h6 por lo general es la más pequeña (aunque no tiene por qué, esto podrías modificarlo fácilmente con CSS). Um jerarquización visual correcta ayuda a que el contenido sea más escaneable visualmente (que el usuario pueda entender el contenido rápidamente, en una primera lectura de scroll rápido) y esto puede beneficiar al tiempo de permanencia, rebote, conversiones, etc.

Por otro lado, las etiquetas de títulos h tienen relevancia directa en el SEO (las que más las

y las que menos las

), y es recomendable que en ellas coloques textos importantes: keyword, sinónimos de la keyword, etc. Sólo puedes tener una etiqueta

por URL (en el título) y, a continuación, los epígrafes del contenido en etiquetas

,

para subepígrafes, y así sucesivamente hacia abajo en relevancia hasta la

Los atributos alt y title sirven para que Google (y también el usuario en determinados casos) pueda entender las imágenes de manera semántica, es decir, son los textos que Google lee de las imágenes. Por tanto, en alt y title debes poner una descripción de la imagen con keywords, de modo que sirva para la accesibilidad del sitio y también para Google.







Las etiquetas Open Graph añaden meta información muy valiosa para las redes sociales y otras plataformas acerca de tu contenido. Mediante las Open Graph de imagen, título, descripción, sitio, etc., puedes definir cómo quieres que se vean tus URLs cuando son compartidas en redes. Es decir, puedes definir el contenido que aparece en el snippet de manera automática cuando alguien o tú mismo publica en redes una URL de la web (ya sea un post, una página, un producto o cualquier otra cosa).

Los contenidos de una web suelen generar una mayor interacción y clicks desde redes sociales si están bien optimizados, con títulos atractivos, descripciones explicativas y persuasivas, imágenes de calidad, etc.

  • twitter (card, description, title, etc)






En el caso de Twitter, tiene sus propias etiquetas para mostrar el contenido en la red, como lo hacen las open graph para las demás.

El atributo lang de la etiqueta general se define arriba del todo del documento, y sirve para indicar el idioma en el que está escrita la página. Si el sitio tiene diferentes versiones idiomáticas, este atributo deberá declarar siempre el idioma de cada URL.

El atributo hreflang de la etiqueta declara, en el código de cada página, cuáles son las diferentes versiones idiomáticas que tiene una página determinada del sitio, y además indica cuáles son las URLs donde se ubican esas otras versiones idiomáticas de esa página.

De este modo, Google puede entender a la perfección la estructura interna del sitio multidioma, para mostrar cada URL indexada en la versión idiomática correcta del buscador.

La meta robots define si una página concreta del sitio ha de ser indexada o no, y rastreada o no (mediante los valores index-noindex, follow-nofollow) Si en el atributo content insertas el valor index, Google indexará la URL. Si además insertas el valor follow, Google rastrea y sigue el rastro de enlaces. Los valores se ponen en pares separados por comas, del modo siguiente: «index,follow», ou «noindex, follow», etc.

La etiqueta link con atributo rel canonical define la singularidad o relevancia principal de una URL respecto a otras similares por tener contenido similar, o formar parte de una serie de URLs similares o iguales.

Este atributo de la etiqueta de enlaces sirve para aportar información adicional sobre el enlace, y Google también lo rastrea, al igual que tiene en cuenta el anchor text. En ambos casos, usar la keyword puede ser beneficioso para potenciar el posicionamiento de la URL de destino en torno a esa keyword.

Ejemplo: 
itemscope itemtype="http://schema.org/Recipe">...

Los microdatos estructurados cada día tienen más utilidad SEO, pues ayudan a Google a comprender el contenido con gran precisión y por tanto a servirlo como resultado de búsqueda más adecuado y preciso para dicha búsqueda.

Dicho de otro modo, si por ejemplo añado microdatos estructurados de Schema.org a una receta en mi blog de gastronomía estoy haciendo que Google entienda perfectamente que se trata de una receta y posiblemente lo muestre en sus resultados con formato de receta.

El beneficio es doble: por un lado es información que ayuda a Google a entender mejor la semántica, y por otro la apariencia atractiva y específica de la SERP para esa búsqueda puede propiciar ganar más clicks, es decir, aumentar CTR y visitas.

Ejemplo: 

Los enlaces en una web pueden ser marcados con el atributo rel para entender cuál es la relación del enlace con la web a la que apunta.

Por ejemplo, un enlace con atributo nofollow no traspasa autoridad al sitio enlazado (aunque esto será debatible a partir de 2020 pues pasará de ser directiva a sugerencia), frente al dofollow que sí lo hace (o simplemente, si no hay atributos en el enlace, se considera dofollow por defecto).

En marzo de 2020 Google introducirá además otros atributos como ugc (enlaces puestos por los usuarios, como enlaces en comentarios y foros), y sponsored (para marcar aquellos enlaces que son fruto de un pago o relación comercial no completamente natural).

¿Cómo saber si tienes las etiquetas necesarias para el SEO y cómo ponerlas en el caso de que no estén?

Para analizar un sitio web y monitorizar si las etiquetas y demás elementos de código están correctamente implementados puedes usar una herramienta como Screaming Frog (de pago), o herramientas gratuitas como Woorank, Seoptimer, o extensiones como SEO Meta in 1 Click.

Como ves, las opciones son múltiples, y facilitan mucho la tarea. No obstante, siempre puedes ir a la web, hacer click en botón derecho sobre ella y dar a Inspeccionar para ver el código en formato puro.

De este modo, podrás ver si tienes las etiquetas de título y encabezado correctas (h1, h2, h3, etc), meta descripción, alt de las imágenes, etiquetas de idioma lang y hreflang, open graph, twitter cards, canonical y demás elementos de código HTML necesarios. También podrás ver los códigos Javascript (sobre todo para comprobar las inserciones de scripts como Google Analytics, Tag Manager y demás herramientas externas que implementes en el sitio).

Otra alternativa es dar a botón derecho > Ver código fuente de la página, y verás todo el código de la página (HTML, JS, CSS, etc).

¿Cuál es el precio de una Auditoría SEO? ¿Cuánto cuesta auditar una web?

El precio de la Auditoría SEO depende de la envergadura y dificultad del proyecto y de las áreas que se vayan a analizar.

Se puede hacer una auditoría completa de un sitio web o se pueden auditar aspectos puntuales sobre los que existan sospechas de que estén generando problemas o que necesiten mejoras.

A la hora de calcular el precio de la Auditoría SEO, puedes hacerte los siguientes planteamientos.

  • ¿Cuántos profesionales van a estar implicados en el proceso?
  • ¿Cuánto tiempo va a requerir en función de las dificultades concretas que presente el proyecto?
  • ¿Cuál es el grado de dificultad que va a tener la elaboración del diagnóstico?
  • ¿Cuántas URLs tiene la web que vas a auditar y qué complejidad tiene su arquitectura?
  • ¿Cuál va a ser el grado de detalle y profundidad que vas a aplicar en el estudio?
  • ¿Cuál es el sistema o CMS que usa la web y su grado de dificultad?
  • ¿Cuántos idiomas tiene la página?

Es decir, no es lo mismo hacer auditoría a una web que presenta sospechas fundadas de haber recibido una penalización que hacerlo sobre un proyecto que lleva poco tiempo y que aún no ha podido caer en errores graves.

Del mismo modo, una cosa es hacer una auditoría completa y profunda del sitio para a partir de ahí emplearla como hoja de ruta detallada para la ejecución de las mejoras en el futuro, y otra distinta es elaborar un documento orientativo acerca del estado del proyecto web como primera aproximación de cara a un análisis posterior más avanzado.

Cada profesional o agencia pueden tener su propia manera de calcular el presupuesto de Auditoría SEO, y en ocasiones los precios varían bastante en función de otros factores como el nivel técnico y el prestigio del profesional o agencia, o el grado de responsabilidad que plantea el proyecto en función del tamaño e importancia del cliente.

En general, analizando los precios de agencias y profesionales del sector en España, el precio de la Auditoría SEO suele variar entre los 200€-300€ las más económicas, en las que se hace un análisis aproximativo del estado general de la web, y los 1000€-1500€ o más en función de los factores de complejidad comentados más arriba.

En algunos casos, sobre todo al principio cuando aún no hay mucha confianza o no ha decidido todavía si va a contratar tus servicios, el cliente puede tener ciertas reticencias para darte el acceso a su proyecto por dentro, es decir, al escritorio o backend de la web, herramientas de analítica, informes, etc.

Esto hace que en estas ocasiones tengas que inclinarte más por realizar una auditoría de tipo aproximativo en un primer momento, hasta que consigas los accesos y claves que necesitas para analizar todo más a fondo.

Con la herramienta SimilarWeb puedes obtener datos aproximados de analítica y tráfico sobre cualquier dominio que quieras analizar, lo más parecido a tener acceso a su cuenta de Google Analytics para que puedas realizar una auditoría aproximada si aún no tienes acceso a la cuenta de Analytics del cliente.

¿Debo hacer la Auditoría SEO gratis?

Creo que existe una premisa que todos compartimos y que no debería suscitar ninguna duda: ningún profesional debería trabajar gratis, pues lo justo es recibir una retribución por tu trabajo y tus conocimientos técnicos. Y una Auditoría SEO es un servicio de alto nivel técnico.

No obstante en ocasiones puedes realizar parte de tus servicios de manera gratuita en una primera fase de cara a conseguir un cliente al que posteriormente realizarás el resto del trabajo y, por tanto, cobrar tu justa retribución.

Es decir, se trata de una estrategia para captar a tu cliente ofreciéndole una demostración menos detallada del servicio para que pueda valorar tu capacidad como profesional, en un contexto que es sin duda competitivo.

A este paso lo podemos denominar preauditoría. Ofreces al potencial cliente un documento aproximativo a modo de primer diagnóstico acerca de los problemas evidentes que has detectado en su página web, de modo que queda patente que conoces la problemática de su proyecto y el modo de solucionarlo.

Es importante que este primer documento sea lo suficientemente completo como para demostrar tu nivel de conocimiento técnico y estratégico sobre el proyecto, pero lo suficientemente incompleto como para que no sea una hoja de ruta válida que sirva al cliente para usarlo en su beneficio contratando los servicios a otro profesional más barato o ejecutarlo él mismo por su cuenta.

Aquí reside la clave de esta estrategia: se trata de aportar lo suficiente para ganar al cliente pero sin regalar tu trabajo.

Listado de 75 Herramientas para Auditoría SEO clasificadas por área

En este apartado tienes un listado de herramientas para hacer Auditoría SEO, gratuitas y de pago, para cada una de las acciones de la auditoría. Voy a ponerte las más importantes y las que usamos nosotros más a menudo, aunque por supuesto hay miles de herramientas y usar una u otra depende también del gusto de cada cual.

En muchos casos, las propias herramientas de Google, como Search Console, Google Analytics y Keyword Planner de Ads, nos permiten analizar un montón de cosas de manera gratuita y fiable. En otros casos, para cosas más avanzadas, puede ser interesante adquirir un plan de pago de herramientas súper completas como Ahrefs, Sistrix, Semrush, etc (estas herramientas las tienes gratis durante el Curso de SEO de Aula CM).

Herramientas para el análisis de la Indexabilidad y el Rastreo

Herramientas para el análisis de Contenido, Keywords y CTR

  • Search Console (CTR, canibalizaciones, keywords posicionadas)
  • Rank Tracker, Serp Checker, Serp Watcher, SerpRobot, Authority Labs, Link Assistant, Unamo, Moz Rank Tracker, Rank Checker (análisis de rendimiento de keywords)
  • SEO Box (keywords posicionadas por localización, optimización)
  • Yoast SEO (optimización de contenido)
  • SEO Quake (análisis de contenido)
  • Siteliner (Análisis de contenido duplicado)
  • Google Analytics (analítica de permanencia, rebote, etc)
  • Ahrefs
  • Sistrix
  • Semrush
  • SE Ranking
  • SimilarWeb (análisis aproximado de tráfico, keywords y diversas analíticas de un dominio)
  • Copyscape (análisis de contenido plagiado)
  • Seomofo (previsualización de SERPs)

Herramientas para el análisis de Enlaces y Relevancia de dominio

Herramientas para el análisis de Rendimiento y Velocidad, Usabilidad y Responsive

  • Search Console (análisis de velocidad en modo beta, análisis de usabilidad)
  • Page Speed Insights (velocidad y rendimiento, problemas de rendimiento del sitio en escritorio y móvil)
  • GTMetrix, Pingdom Tools, Web Page Test, Chrome DevTools (Notas de rendimiento y velocidad de la web, además te avisan de los problemas de rendimiento y consejos para solucionarlos)
  • Responsinator, Responsive Design Checker (análisis de adaptabilidad a dispositivos)
  • Hotjar, Smartlook, CrazyEgg, AppSee, MouseStats (análisis de usabilidad y comportamiento/experiencia del usuario en el sitio)

Herramientas para el análisis de Código y Etiquetas y otros aspectos técnicos

  • Search Console (etiquetas de idioma para segmentación internacional, problemas de seguridad)
  • Screaming Frog
  • Beam Us Up, Head Master SEO (alternativas gratuitas a Screaming Frog)
  • SEO Minion (extensión gratuita para análisis completo de diversos aspectos técnicos)
  • SEO Meta in 1 click
  • Seoptimer, Woorank, QuickSprout, Site Analyzer, SEO Site Checkup, Seorch, SEO Crawler, Web Developer (análisis general de SEO On Page del sitio con múltiples avisos y consejos de mejora)
  • SEO Web Page Analyzer
  • Broken Link Chewcker, Link Miner (análisis de enlaces rotos)
  • SEO Redirect Checker, Link Redirect Trace, Redirect Path (análisis de redirecciones 301, 302 y status de URL)
  • Hreflang Tag Checker (análisis de etiquetas hreflang de idioma)
  • AMP Validator (análisis de implementación de AMP)
  • SEO Browser, BrowSEO (análisis de cómo ve Google tu sitio sin los elementos visuales)

Ejemplo de Auditoría SEO Online en directo a una empresa real

En el siguiente video puedes ver una Auditoría SEO paso a paso a un proyecto real de un alumno de nuestro curso de SEO.

¿Quieres preguntar alguna duda o dar tu opinión?

Deja un comentario si quieres que te aclare algún aspecto concreto que no has entendido. También puedes aportar tu punto de vista sobre cómo hacer una Auditoría SEO, o contarnos si conoces otras herramientas SEO, trucos, consejos y cualquier cosa que sirva para enriquecer el contenido y así aportamos entre todos 😉

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Sobre el Autor Ernesto G Bustamante

Especialista SEO, Desarrollador Web y Creativo. Licenciado en Comunicación, Desarrollo Digital y Dirección de Arte. En Aula CM me dedico sobre todo a los Cursos de SEO y WordPress, tutorías con alumnos y también a crear webs y optimizarlas. Mi blog es ErnestoGBustamante.com


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